Manifestantes convocam novos atos contra a presidente reeleita

Novos eventos de pedido de impeachment de Dilma foram marcados nas redes sociais para o feriado de Proclamação da República.

Contra a corrupção na Petrobras e contra pedido de intervenção militar

Fonte: Folha de S.Paulo 

Fedeu. Manifestantes exigem saída da presidente Dilma, querem saber do esquema de corrupção na Petrobras e reivindicam recontagem dos votos. Foto: Divulgação

Fedeu. Manifestantes exigem saída da presidente Dilma, querem saber do esquema de corrupção na Petrobras e reivindicam recontagem dos votos. Foto: Divulgação

Manifestantes convocam novos atos contra presidente para dia 15

Líderes da oposição repudiaram defesa de intervenção militar

Novos eventos de pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foram marcados nas redes sociais para o feriado de Proclamação da República (15) em São Paulo, no Rio e em Brasília.

Na capital paulista, a concentração foi marcada em frente ao Masp, na avenida Paulista, local onde foi promovida a primeira manifestação, no último sábado (1º).

O evento está sendo convocado por dois grupos. Um deles é puxado pelo deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e por Paulo Batista, que foi candidato a deputado estadual pelo PRP.

O outro é organizado pelo empresário Marcello Reis. Ambos dizem não ser responsáveis pelos pedidos de intervenção militar na última manifestação. “Lógico que tem um grupo que quer intervenção militar, mas não somos um deles”, afirmou.

Reis convocou o ato pela “anulação das eleições“. Ele diz ter provas de que houve fraude nas urnas e pedirá impeachment da presidente.

O evento passado contou com a participação de cerca de 2.500 pessoas, segundo a Polícia Militar. Em discursos, manifestantes acusaram Dilma de saber do esquema de corrupção na Petrobras e pediram recontagem dos votos.

Nesta segunda (3), líderes da oposição ao governo federal repudiaram manifestações favoráveis a uma intervenção militar. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que elas não são aceitáveis e disse que a democracia deve ser fortalecida.

O presidente nacional do DEM, José Agripino, avaliou como “deplorável” e “condenável” o pedido de intervenção. “Este governo está tão mal que até esse tipo de coisa condenável ocorre”, disse.

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